LEMBRANÇA DA MINHA TERRA
Por: JBFERREIRA
🎵 Música🎸 Sertanejo Romântico

Compositor
JBFERREIRA
Registrada em
07 de junho de 2026
Certificado
LEMBRANCA-DA
🎼 Letra Completa da Música
Letra registrada e protegida por direitos autorais
Esta letra está protegida por direitos autorais. Reprodução apenas com autorização do autor.
[Intro]
[Verso]
Na minha mocidade eu vivia sem pensar,
Correndo pelas ruas, livre pra sonhar.
Jogando bola descalço com os amigos do lugar,
Perdi até um pedaço do dedão sem me importar.
A escola era aventura, amizade e emoção,
As paqueras inocentes faziam bater o coração.
Sem internet, sem celular, sem preocupação,
Só bilhetinhos de amor e recados na mão.
(Pré-Refrão)
Uma bala com mensagem valia mais que mil palavras,
E a felicidade morava nas coisas mais simples da estrada.
(Refrão)
Ah, que saudade da minha terra,
Do cheiro da chuva caindo no chão.
Das estradas de barro e dos sonhos no peito,
Da simplicidade morando no coração.
Ah, que saudade daqueles dias,
Que o tempo corria sem pressa nenhuma.
Hoje eu vejo que a verdadeira riqueza,
Hoje eu vejo que a verdadeira riqueza,
Era a vida simples que a gente não via.
(Verso 2)
Lembro da roça, das frutas colhidas do pé,
Do fogão a lenha aceso preparando o café.
Do forno assando biscoitos com cheiro pelo ar,
Das casinhas de cipó e barro à beira do lugar.
As mulheres com lenços cobrindo os cabelos,
Guardando histórias e conselhos tão sinceros.
Era pouco pra quem via de fora a situação,
Mas sobrava felicidade dentro de cada coração.
(Verso 3)
Quando chegava a chuva era tempo de brincar,
As bolinhas de gude começavam a rolar.
A catarrenta, o cocão, campeão do batalhão,
Guardadas numa meia como grande coleção.
Quando eu perdia uma delas parecia o fim,
Mas criança esquece rápido e volta a ser feliz assim.
Tudo era diversão, tudo tinha mais valor,
Porque a vida era simples e cheia de amor.
(Refrão)
Ah, que saudade da minha terra,
Do cheiro da chuva caindo no chão.
Das estradas de barro e dos sonhos no peito,
Da simplicidade morando no coração.
Ah, que saudade daqueles dias,
Que o tempo corria sem pressa nenhuma.
Hoje eu vejo que a verdadeira riqueza,
Era a vida simples que a gente não via.
(Ponte)
Lembro das feiras de sexta e sábado também,
Dos tropeiros chegando trazendo mercadorias além.
Frutas nas selas dos animais pelo caminho,
Enchendo a cidade de movimento e carinho.
Fazíamos currais com palitos de picolé,
Carrinhos e vaquinhas espalhados pelo chão de pé.
Nosso dinheiro era papel de cigarro dobrado,
E naquele faz de conta todo mundo era abastado.
Nosso primeiro trabalho era vender picolé,
Vinte por cento de lucro e uma esperança qualquer.
Esperando cada venda com um brilho no olhar,
Aprendendo desde cedo a lutar e sonhar.
(Final)
Sonhava em ir embora pra cidade e enriquecer,
Achando que a felicidade estava em outro viver.
Mas o tempo me ensinou uma verdade sem igual:
A riqueza que eu buscava pelo mundo inteiro,
Morava na minha terra o tempo todo,
Escondida nos abraços, nos amigos verdadeiros,
E nas lembranças que hoje guardo como tesouro.
(Refrão Final)
Ah, que saudade da minha terra,
Onde a alegria era simples e verdadeira.
Se eu pudesse voltar um instante no tempo,
Abraçaria minha infância a vida inteira.
Ah, que saudade daqueles dias,
Que jamais vão sair do meu coração.
Porque quem nasce em terra de amor e humildade,
Leva suas raízes por toda a vida,
Em qualquer direção.
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Registrada na plataforma Minha Música Registrada em 07 de junho de 2026